Nosso Quixote carioca vivia em Florianópolis desde 1977 e montava livros na oficina Noa Noa. (Foto pertencente ao perfil realizado por Rafaela Biff Cera)

Nosso Quixote carioca vivia em Florianópolis desde 1977 e montava livros na oficina Noa Noa. (Foto pertencente ao perfil realizado por Rafaela Biff Cêra)


Em despedida definitiva ao editor, poeta e tipógrafo Cleber Teixeira, ficam dois textos para dar conta do buraco deixado. Um deles é o minucioso perfil traçado pela jornalista Rafaela Biff Cêra, publicado na edição 72 (maio/2012) do panfleto político-cultural Sopro. O outro, um relato afetuoso do ensaísta Victor da Rosa, no bendito blog entre todos Notícias de 3 linhas, de mãos dadas ao blog do Instituto Moreira Salles.



Noa Noa é a editora artesanal de que Cleber puxou as rédeas por 40 anos. Com a única impressora tipográfica adquirida em 1965, um modelo raro do século XIX, trouxe a obra de poetas como e. e. cummings e Stéphane Mallarmé para o Brasil. O catálogo da editora possui desde primeiríssimas traduções da poesia de Mallarmé, até uma entrevista com Paul Gauguin.



O perfil caprichoso sobre o trabalho do editor de livros inviáveis, você lê aqui.
O relato afetuoso, com latas de café sobre os livros, aqui.